As Palavras Poupadas 2

As Palavras Poupadas

Autor: Maria Judite de Carvalho

Editora: Seara Nova

Data/Edição: 1973/3ª edição

Nºde Páginas: 159 págs.

Observações: Edição antiga, esgotada. Prémio Castelo Branco

Estado de Conservação: Usado

Preço: 15€

As Palavras Poupadas 4

As Palavras Poupadas

Autor: Maria Judite de Carvalho

Editora: Seara Nova

Data/Edição: 1973

Nºde Páginas: 159 págs.

Estado de Conservação: Usado

Observações: Prémio Camilo Castelo Branco. Esgotado

Preço: 10€

Novos Contos do Imprevisto 12

Novos Contos do Imprevisto

Autor: Roald Dahl

Editora: Círculo de Leitores

Data/Edição: 1986

Nºde Páginas: 238 págs.

Estado de conservação: Usado, com assinatura de posse e data.

Outras observações: Esgotado no editor. Programa LER+

Preço: 7€

PROMOÇÃO -40% (ATÉ 24/12)= 4,20€

Sinopse:

O inesperado, o insólito das situações, a precisão e a concisão das narrativas (que frequentemente culminam num feroz humor negro) constituem em Robert Dahl uma constante, fazendo dele um dos contistas contemporâneos mais apreciados. Escreve Jorge Listopad: “Os contos criam uma atmosfera de ferocidade tranquila, de bizarria normal, não pela lenta ou brusca aproximação de feitos surpreendentes, eventualmente através de desvios e falsas pistas, como é hábito nesse género de literatura marginal, mas, pelo contrário, pela ausência de argumentos, de provas, até de factos – que todavia existem; é o leitor que é obrigado a criá-los.”

Uma Mão Cheia de Nada, Outra de Coisa Nenhuma 14

Uma Mão Cheia de Nada, Outra de Coisa Nenhuma

Autor: Irene Lisboa

Editora: Figueirinhas

Data/Edição: 1975

Nºde Páginas: 155 págs.

Estado de conservação: Muito usado, com assinatura de posse, uma página rasgada. Encadernado com papel cebola. Edição antiga.

Preço: 6€

Outras observações: Plano Nacional de Leitura. Ilustrado.

Sinopse:

“O estilo da autora de Solidão caracteriza-se por frases em geral curtas, apresentadas como fragmentos de diálogo ou de monólogo interior, ou então os textos parecem ser o registo imediatista de cenas vistas, mas a que as subtis intervenções críticas ou explicativas da voz narradora dão contornos de anotações fazendo-se ao ritmo da consciência. O próprio sistema de títulos e subtítulos dá indicações nesse sentido, ao usar termos como “apontamentos” e “notas”, ou ao remeter para a matéria banal e insignificante; é o que sucede com o oxímoro o pouco e o muito, usado como título em 1956, ou com o verso de uma quadra popular que titula em 1955 o livro para crianças Uma mão cheia  de nada outra de coisa nenhuma. Junte-se a isto o uso do ritmo sincopado de um discurso cantabile, oralizante e próximo da corrente de consciência, em que o acto de contar é charneira entre o mundo e o eu; não lhe interessa definir exactamente o que escreve nem apresentar obra acabada, e por isso optou, primeiro, por provocatoriamente não distinguir verso e prosa (“Ao que vos parecer verso chamai verso e ao resto chamai prosa” é a abertura programática do livro de 1937), e mais tarde por publicar apenas crónica, conto ou novela – ou seja, géneros de cariz inacabado.”

Paula Morão